George suando profusamente

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Gotas de suor escorriam pela testa de George enquanto ele recuava. “Martha, acho que não é seguro tocar nisso”, ele insistiu, enxugando o rosto com a mão trêmula. Seu medo estava estampado em seu rosto, mas Martha não estava nem aí. Os olhos dela ardiam de incredulidade. “Então vamos simplesmente deixar escapar?”, ela retrucou.

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George balançou a cabeça, tentando manter a calma. “Precisamos de um especialista – alguém treinado para esse tipo de coisa”, ele disse, os olhos ainda fixos no vidro. Mas Martha já estava farta. “Você é o veterinário, George!”, ela gritou, o som de sua voz ecoando nas paredes da cozinha. “Comece a agir como um!”

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